Tão antigo como eu, é o sonho da arquitetura
Mais recente, a crise existencial permanente.
Quem sou? Para onde vou? O que faço aqui?
As inquietações que me tiram o sono e apertam o peito,
De não me saber perfeito
E não ter a mínima ideia por onde me construir.

Sou o Rodrigo José Amaro Pereira,
Um jovem em crise de meia idade,
Um português nada patriótico,
Um aventureiro bastante caseiro.

Leio,
Fotografo,
Escrevo,
Desenho,
E esforço-me por pensar,
Particularmente bom em nenhuma.